Queques de ervilhas

Quando se trata de piqueniques, quanto mais simples, melhor! Isto vale para a preparação, o transporte e para a refeição em si. Com esta ideia em mente, é fácil concluir o quão os queques são boa ideia!

Transportam-se facilmente, sem sujar, não precisam de prato nem de talheres para se comer e têm o tamanho ideal. Mas queques (ou muffins) não têm de ser doces. Eu gosto deles salgados. Nestes coloquei ervilhas de grão que tinha frescas, mas também podem ser feitos com bróculos, feijão-verde (o feijão-verde tem de ser cozido primeiro), ou o que tiverem disponível ou a vossa imaginação se lembrar. Sintam-se à vontade também para alterar os temperos ao vosso gosto ou mais de acordo com o legume que usarem.

Os queques salgados, além de serem uma boa opção para piquenicar, podem ser também uma refeição leve em casa, com uma boa salada verde ou como complemento de um prato de sopa. IMG_3953 rende cerca de 15 queques

  • 1 + 1/2 chávena de farinha de trigo com fermento (misturei também um pouco de farinha de espelta, mas só porque precisava de acabar um pacote)
  • 1 chávena de flocos de aveia finos
  • 1 c. de chá de fermento
  • 1 c. de fá de sal marinho
  • 1 chávena de leite vegetal não adoçado
  • 1/4 de chávena de azeite
  • 1 +1/2 chávena de ervilhas (se forem congeladas, deixe descongelar primeiro)
  • 1 c. de chá de folhas de hortelã picadas
  • 1 c. de chá de cebolinho picado
  • 1 c. de chá de mostarda

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  1. Pincele as forminhas de queques (se não forem de silicone ou anti-aderentes) com um pouquinho de óleo vegetal ou azeite.
  2. Numa taça grande, misture a farinha, a aveia, o fermento e o sal.
  3. Numa taça mais pequena, misture o leite, o azeite, a mostarda e as ervas picadas e as ervilhas.
  4. Junte esta mistura à taça da farinha e mexa bem, para incorporar tudo.
  5. Divida a massa pelas forminhas, com uma colher e dê uma pancada na mesa com cada forma, para que a massa fique bem assente.
  6. Leve ao forno pré aquecido a 200º e deixe cozer cerca de 20 minutos (antes de desligar, pode fazer o teste do palito, para se certificar de que estão bem cozidos).
  7. Retire as formas do forno, deixe arrefecer apenas uns minutos e desenforme os queques.
  8. Deixe-os arrefecer, de preferência em cima de uma rede, ou sirva-os mornos.

(Como têm as ervilhas, estes queques devem ser conservados no frigorífico).

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Bolo com recheio de morangos

Há anos que não compro morango. Espero pacientemente que os da minha mãe fiquem maduros. Por isso me sabem especialmente bem e, de certeza, também fazem melhor. Apesar de adorar morangos, não me custa a espera, porque sei que vão chegar para comer assim, para congelar, para fazer sobremesas e, às vezes até para fazer doce.
A versão tradicional deste bolo (ovo-lacto), já há muito que aparece na minha cozinha uma vez por ano. No ano passado, já andava a deixar o leite e os derivados e por isso tinha decidido que no ano seguinte o iria fazer com natas vegetais. Afinal este ano, o pão-de-ló também já não tem ovos! Em vez das natas vegetais preferi experimentar com o leite de coco, usando esta técnica fantástica para fazer “natas”, usando a parte
Claro que este bolo não é tão fofo como o pão-de-ló tradicional, e estas “natas” que me lembrei de usar aqui (e tão bem que combinam!), também não rendem tanto. Por isso, para não ficar seco, é importante deixar os morangos algumas horas com o açúcar, para o molho com que iremos regar o interior do bolo. Eu gosto de usar os morangos em pedaços no recheio, mas na verdade fica mais perfeitinho se os passar com uma varinha mágica para fazer um creme que irá rechear e colar as duas metades do bolo.
Este bolo tem de ser pensado com alguma antecedência, uma vez que a lata de coco tem de ser refrigerada pelo menos 8 horas (se for mais, melhor) e os morangos também devem ficar algumas horas a fazer o molho. A taça onde vai bater o coco, também deve ser refrigerada uma meia hora, para estar bem fria.

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• 350g de morangos
• 2 colheres de sopa de açúcar de coco (ou outro)
• 4 colheres de sopa de água
• 1 lata de leite de coco (não pode ser light) refrigerada, pelo menos 8 horas.
• 2 ou 3 colheres de chá de açúcar em pó (preferencialmente)
• 1/2 vagem de baunilha (opcional)

Para o bolo:

• 300g farinha
80g fécula de batata
• 300g (cerca de 300ml) de leite de soja
• 85 g de óleo de girassol
• 2 c. de chá de fermento
220 g açúcar
Óleo e farinha para untar a forma

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1. Lave e arranje os morangos, corando-os em pedaços pequenos.
2. Junte 2 c. de sopa da de açúcar e as 4 c. de sopa de água e leve ao frigorífico umas horas (pode ser de um dia ou uma noite, por exemplo).

Entretanto prepare o bolo:
3. Misture farinha, a fécula e o açúcar numa taça grande.
4. Continuando sempre a bater, junte o leite se soja, depois o fermento e por fim o óleo.
5. Deixe repousar cerca de dez minutos.
(Na bimby: Reduza o açúcar a pó : 30s, vel. 9. Junte todos os ingredientes e bata 40s, vel. 4 a 5).
6. Pincele a forma com um pouco de óleo e polvilhe com farinha.
7. Leve o bolo ao forno pré-aquecido a 180º, por cerca de 45 minutos.
8. Deixe arrefecer, de preferência numa grelha.

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9. Depois de frio, retire o bolo para o prato de servir, corte-o horizontalmente, com uma faca ou um cortador próprio, e separe cuidadosamente as duas partes.
10. Com o suco que se formou dos morangos, regue as duas partes cortadas. Seja especialmente generoso com a parte de cima.
11. Reserve uma parte dos morangos (escorridos) para decorar o bolo e distribua a restante na metade de baixo do bolo. Pode usar os morangos em pedaços ou reduzi-los a puré com uma varinha mágica.
12. Coloque a parte de cima do bolo.

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13. Retire a lata de coco do frigorífico e se, a agitar, abra-a cuidadosamente.
14. Na parte de cima da lata está formada uma camada espessa. Retire-a cuidadosamente com uma colher, deixando a parte mais líquida (pode usar este líquido noutra receita).
15. Coloque o creme espesso numa taça bem fria, junte o açúcar e as sementes da vagem de baunilha e bata com a batedeira, até fazer um creme tipo chantilly.

16. Cubra o bolo com este creme e decore com os morangos reservados. Leve ao frigorífico e sirva bem frio.

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Húmus de Feijão Branco

A receita tradicional de húmus (ou hummus, ou hoummus, ou homus…) é feita com grão-de-bico, que era a que costumava fazer. Mas como ultimamente tenho cozido mais vezes feijão branco, comecei a fazê-lo assim. E digo-vos, ainda não decidi de qual eu gosto mais!

Eu costumo fazer em quantidade e depois congelo em pequenas doses para ir comendo. É super prático para levar de lanche para o trabalho, para a escola, para a praia… Como entrada ou como petisco também resulta muito bem!

O melhor de tudo é que é uma receita só de um passo, o que dá imenso jeito quando se tem outros pratos para fazer.

Tenho feito sempre com tahini de compra, mas quando voltar a precisar, vou experimentar fazer em casa.

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  • 3 ch. de feijão branco cozido e mal escorrido
  • 2 c. de sopa de tahini
  • 2c. de sopa de azeite
  • 1 limão (só o sumo)
  • 1 dente de alho

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  1. Junte tudo no processador e triture até ficar uma pasta homogénea.
  2. Sirva com pão torrado ou palitos de legumes (cenoura ou aipo, por exemplo).

Nota: Antes de servir, pode regar com um fio de azeite para ficar brilhante!

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Bolo de maçã com canela e cardamomo

Nunca fiz tantos bolos na minha vida como nos últimos meses. A descoberta de bolos sem ovos e com pouco açúcar veio revolucionar o consumo de bolos cá em casa. Antes não os fazia só para dois, para não termos de andarmos a semana toda a comer açúcar e ovos em quantidade. Agora comemo-los de consciência mais tranquila, ainda que com moderação, claro!
A farinha de espelta é também uma descoberta recente. Mais saudável do que a farinha de trigo (e com menos calorias), rica em fibras e em proteínas, é uma excelente alternativa, mesmo à farinha integral.
Este bolo com farinha de espelta foi provado e aprovado por várias pessoas. Fi-lo pouco doce, que é como gosto – a gulosa da minha mãe disse que era bom, mas não era bem bolo! Para uma dose extra de doçura, pode sempre usar mais açúcar ou maçãs mais doces, como as golden. Mas eu acho que assim fica óptimo porque destaca o sabor fresco do cardamomo e a acidez da maçã reineta!

  • IMG_38113 maçãs reineta
    400g de farinha de espelta
    100g de açúcar de coco (ou açucar mascavado)
    1/3 de chávena de óleo vegetal (80g)
    1 chávena de água
    1c. de chá de fermento
    1 pitada de sal
    1 c. de chá de canela em pó
    10 sementes de cardamomo

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  1. Abra as sementes de cardamomo retire a cápsula esmague-as num almofariz.
  2. Peneire a farinha para uma taça grande e junte o açúcar e o fermento, a canela e o cardamomo e o sal.3
  3. Descasque as maças e parta-as aos cubos. De preferência, faça isto com uma faca de cerâmica, para não oxidarem tanto (também pode rega-las com umas gotas de sumo de limão).
  4. Junte a água, o óleo à farinha e mexa vigorosamente com uma colher de pau, ou com uma batedeira.
    Se a massa estiver muito espessa, adicione mais um pouco de água.
  5. Junte os pedaços de maçã e misture. Esta farinha faz uma massa diferente da farinha de trigo e não agarra ma maçã, mas não se preocupe, depois de cozido, fica tudo bem ligado.
  6. Transfira par uma forma untada ou de silicone.
  7. Leve ao forno pré-aquecido a 180º, durante 20 minutos.
    Aumente o forno para os 200º e deixe cozer mais 10 minutos.

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Pain d’épices

Pain d’épices

O Pain d’épices, um clássico da boulangerie francesa, é tradicionalmente adoçado com mel e muitas vezes acompanhado de foie gras*

Péssima apresentação de uma receita vegan, mas a tradição, felizmente, já não é o que era e esta receita traz a maravilhosa combinação de doce (do açúcar, do agave e do melaço) e das especiarias e, de certeza, não será servido com nenhum órgão de nenhum animal. Pode ser servido simples ou com margarina vegan, compota doce ou mesmo com patê vegetal.

A receita que fiz foi adaptada daqui – apenas alterei um pouco as especiarias e usei mais quantidade do que era indicado porque gosto de um sabor mais acentuado e porque queria servir como entrada.

*falamos sobre isso noutro post….

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  • 125 g de farinha de centeio
  • 125 g de de trigo
  • 125 g de açúcar mascavado escuro (ou rapadura)
  • 2 c. de chá de especiarias em pó (canela, cravinho, , noz moscada, pimenta da Jamaica e cardamomo)
  • 200 ml de leite vegetal (usei de soja não adoçado)
  • 90 g de xarope de agave
  • 10 g de melaço
  • 5 g de bicarbonato de sódio

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  1. Comece por moer bem as especiarias num almofariz até ficarem reduzidas a pó.
  2. Numa taça misture bem as farinhas com o açúcar e as especiarias. Se necessário, passe as especiarias por um coador de rede. (o açúcar mascavado escuro tem tendência a fazer grumos, por isso é importante misturar bem nesta parte. Se for necessário, coloque uns segundos no robot.
  3. Numa taça menor misture o xarope de agave com o melaço e depois com o leite.
  4. Junte os líquidos na taça das farinhas bata com a batedeira de bolos durante 10 minutos.
  5. Adicione o bicarbonato de sódio e bata por mais 5 minutos.
  6. Transfira para uma forma de bolo inglês untada ou forrada com papel vegetal e leve ao forno, pré aquecido a 160º, durante uma hora.IMG_2890

Granola

Fazer granola em casa compensa muito! Fica mais barata, mais saudável, escolhemos os nossos ingredientes e a sua qualidade e, acima de tudo, fazemos ao nosso gosto! Eu tinha alguma dificuldade em encontrar granola ao meu gosto porque quase todas têm passas ou outro fruto desidratado… A única de que realmente gostava era tão cara que quando a comia sentia até uma espécie de culpa …
Contas à parte, esta granola é a melhor que já comi e é muito simples de fazer!

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  • 2 chávenas de flocos de cereais (usei 1 e 1/2 de mistura de 5 cereais e 1/2 de aveia)
  • 1 chávena de frutos secos (usei avelãs e amêndoas)
  • 1/4 de chávena de sementes (usei sésamo e girassol)
  • 1/2 de chávena mal cheia de xarope de ácer (maple syrup)
  • 1/4 de chávena de óleo de coco

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  1. Numa tigela grande, misture o óleo de coco e o xarope de ácer ate ficarem bem ligados. Se o oleo de coco estiver muito frio (e por isso muito sólido), coloque-o antes num lugar mais quente ou leve uns segundos ao microondas (ou aqueça em banho-maria).
  2. Parta os frutos secos grosseiramente, com uma faca ou na picadora.
    Na tigela onde misturou o óleo e o xarope, junte os flocos de cereais, os furtos secos e as sementes.
  3. Misture muito bem para envolver tudo na pasta de óleo e xarope.
    Espalhe num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal (eu uso um reutilizável).
  4. Leve ao forno pré aquecido a 170º, durante 30 a 40 minutos (até ficar dourada).
  5. De dez em dez minutos, vá dar uma olhadela e, se for preciso, mexa com uma garfo ou uma colher para que toste uniformemente. A granola queima facilmente!
  6. Depois de pronta, deixe arrefecer e guarde num frasco bem fechado. Conserva-se bastante tempo, se for preciso e se conseguir não a comer toda num instante.

Nota: pode servir com iogurte de soja, leite vegetal, fruta fresca, em sobremesas ou simples, como snack ou guloseima!

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Manteiga de avelãs

As avelãs são uma das coisas boas que traz o fim do Verão – há que ver o lado bom de todas as coisas! As oleaginosas, como as avelãs, são preciosas na dieta vegan, já que são ricas em proteínas, ferro e boas gorduras. De todos os frutos secos, as avelãs são as minhas preferidas e ainda bem, porque são também as que mais abundam por aqui! Desde que descobri esta receitinha, apanhar avelãs ganhou ainda mais sentido e tornou-se quase numa missão!

Esta pasta pode ser feita com qualquer oleaginosa (nozes, amêndoas…) uma vez que o princípio é sempre o mesmo: ao serem moídas, os óleos vão-se soltando, ganhando uma consistência semelhante à da margarina. Além de ser uma forma muito saborosa de consumir mais frutos secos, é também uma alternativa, infinitamente mais saudável, às manteigas e margarinas comuns e mesmo às compotas e geleias para barrar o pão.

Confesso que a primeira vez que tentei fazer manteiga de avelã, no meu antigo robot, não consegui fazer com que passasse da fase de areia… Não sei bem porquê já que, ao que parece, não é preciso ter um processador xpto… Entretanto uma amiga fez-me a pasta na Yammi. Não sei bem quanto tempo demorou, mas ficou perfeita. Agora faço na Bimby e é num instante. Aliás, se quiser só moer as avelãs para ficar em areia, deve ter cuidado porque rapidamente começam a soltar o óleo nestas máquinas.

A parte mais chata do processo é mesmo britar as avelãs… Felizmente tenho quem o faça por mim, durante os jogos do Benfica!

  • 200g de avelãs sem casca
  • Uma pitada de sal marinho

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  1. Coloque as avelãs espalhadas num tabuleiro e leve ao forno pré-aquecido a 170º, cerca de 20 minutos
  2. Transfira as avelãs para um pano de cozinha limpo.
  3. Dobre o pano e esfregue as avelãs durante cerca de um a dois minutos para soltar as peles. A grande maioria das peles deve sair assim. As mais teimosas podem ser raspadas com a ajuda de uma colherzinha de café.
  4. Transfira as avelãs peladas para o processador
  5. Moa as avelãs até ficarem com a consistência de uma pasta meio líquida. O tempo pode variar dependendo do processador que usar (Bimby: 2 minutos vel. 4 e progressivamente até 7 + 10 segundos vel. 10). Vá parando para empurrar o que se vai colando nas paredes do copo.
  6. Transfira para um frasco esterilizado e guarde no frigorífico

Nota: Para esterilizar os frascos, ferva-os em água durante cerca de 15 minutos.IMG_1865

Bolo de limão e sementes de papoila

Este post deveria ser sobre avelãs, mas alguém as comeu antes que eu pudesse terminar a receita…

Entretanto fiz este bolo de limão, inspirado numa receita vi há uns tempos na internet e na qual meti a minha colherada. Embora seja maçarica em matéria de bolos vegan (bolos nunca foram o meu forte) gostei bastante do resultado.

Este bolo fica bom simples, mas melhor ainda com uma cobertura cremosa. Neste caso, a cobertura foi um curd de limão que lhe deu um sabor mais rico e um ar de festa.

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  • 2 Limões (sumo e raspa)
  • 1 1/2 Chávenas de farinha (usei metade de branca e metade integral)
  • 1 Chávena de açúcar (usei metade açúcar baunilhado e metade açúcar amarelo)
  • 1 Colher de chá de fermento
  • 5 Colheres de sopa de óleo vegetal
  • 1 Colher de chá de vinagre de cidra
  • 3/4 Chávena de água
  • 3 Colheres de chá de sementes de papoila

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  1. Numa tigela maior misture a farinha, o fermento, o açucar e a raspa de limão
  2. Numa outra tigela misture os ingredientes líquidos: sumo de lião, óleo, vinagre e água
  3. Verta os líquidos sobre a mistura da farinha e bata com uma vara de arames, até estar tudo bem emulsionado.
  4. No final junte as sementes e misture bem
  5. Transfira para uma forma de bolo inglês untada ou forrada e leve ao forno pré-aquecido a 180º, durante 25 minutos.
  6. Desenforme e deixe arrefecer antes de colocar a cobertura, se for o caso.IMG_1643

Panquecas vegan

Esta receita foi uma agradável surpresa. Depois de ter experimentado outras receitas e de não ter experimentado muitas mais por me parecerem demasiado complicadas ou terem ingredientes que não tinha em casa, finalmente encontrei as panquecas vegan perfeitas.

A receita vem daqui: http://www.oneingredientchef.com/vegan-pancakes/

  • 1 chávena de farinha (de trigo ou uma mistura com integral e/ou farinha de arroz ou aveia)
  • 1 colher de chá de açúcar (ou outro adoçante)
  • 1 colher de chá de fermento
  • 1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • ½ colher de chá de sal
  • 1 c de sopa de sementes de linhaça moídas
  • 1 chávena de leite vegetal
  • 1 colher de chá de vinagre de cidra
  • 1 colher de sopa de óleo de coco

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  1. Junte uma colher de sopa de sementes de linhaça com duas colheres e meia de água. Misture bem e reserve. Este vais ser o “ovo” da receita.
  2. Para fazer o buttermilk, adicione a colher de chá de vinagre de cidra ao leite vegetal.
  3. Numa tigela misture os ingredientes secos (farinha, açúcar, fermento e bicarbonato de sódio).
  4. Numa outra tigela mais pequena, junte o buttermilk (o leite vegetal com o vinagre de cidra), uma colher de sopa de óleo de coco derretido (alguns segundos no micro-ondas) e o “ovo” de linhaça. Misturar bem. O óleo de coco vai novamente solidificar ao entrar em contacto com os líquidos frios, mas isso não é um problema, uma vez que vai derreter novamente na frigideira quente e acaba por se misturar perfeitamente com os outros ingredientes.
  5. Para juntar os ingredientes secos e líquidos, verta os líquidos na tigela dos secos, aos poucos, mexendo para incorporar bem, tendo o cuidado de não “bater” a massa.
  6. Numa frigideira anti-aderente bem quente, de preferência untada com um pouco de óleo do coco, coloque colheradas de massa deixe cozinhar até começar a fazer bolhinhas (cerca de dois minutos), vire-as e deixe cozinhar mais um pouco do outro lado.

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